O Vitória e o Mixto, que recentemente encerraram a Série A2 na quinta e sexta colocações, respectivamente, têm uma ótima oportunidade de mostrar seu potencial na elite do futebol feminino nacional. É um avanço significativo não apenas para esses clubes, mas para o cenário do esporte feminino no Brasil, que continua a ganhar destaque e reconhecimento.
O Fortaleza, que fez história em 2025 ao conquistar o acesso à Série A1, anunciou o encerramento de todas as suas atividades relacionadas ao futebol feminino no último dia 29. A decisão foi tomada pela Sociedade Anônima do Futebol (SAF), em função de restrições orçamentárias e dificuldades financeiras que o clube enfrentava para manter a modalidade. Apesar do luto esportivo, foi um ano de conquistas memoráveis para as Leoas, como são conhecidas as atletas do Fortaleza. Elas não só subiram para a elite, mas também se sagraram campeãs estaduais e venceram a primeira edição da Copa Maria Bonita, um torneio que destacou equipes do Nordeste.
Por outro lado, a desistência do Real Brasília, tradicional representante do Distrito Federal na competição, se deu pela saída de seu patrocinador principal, o Banco de Brasília. Em uma nota divulgada nas redes sociais no último dia do ano, o clube confirmou que essa mudança impactou diretamente a continuidade do time feminino.
Essas reviravoltas refletem os desafios que a modalidade ainda enfrenta no Brasil, incluindo a necessidade de maior investimento e apoio financeiro para que os clubes possam prosperar em um ambiente competitivo. As mudanças nas equipes participantes da Série A1 devem ser observadas com atenção por torcedores e analistas, pois podem influenciar a dinâmica do campeonato e o futuro do futebol feminino no país.
