Como o cabeça de chave número 1, Guto Miguel é considerado o grande favorito para levar a taça para casa e enfrentará, neste sábado, o norte-americano Michael Antonius, que é o 14º cabeça de chave do torneio. O horário do embate ainda será definido pela organização.
A trajetória de Guto até a final foi marcada por esforço e dedicação. Após sua vitória na semifinal, ele comentou sobre a intensidade do jogo e os treinos realizados com Storck, destacando que ambos se prepararam juntos para o desafio. “O Léo fez uma excelente semana e eu tive que dar meu 100% para ganhar dele”, declarou. Ele ainda revelou que ter sucesso em Roland Garros sempre foi um objetivo desde o início do ano. “Não acabou ainda, tem mais uma”, afirmou, indicando sua determinação em conquistar o título.
A última oportunidade do Brasil de conquistar a taça juvenil masculina remonta a 1967, quando Luís Felipe Tavares chegou à final. Outros brasileiros que também chegaram próximos da vitória incluem Edison Mandarino, em 1959, e Thomas Koch, que participou da final em 1962 e 1963. Gustavo Kuerten, tricampeão em Roland Garros na categoria principal em 1997, 2000 e 2011, já havia sido campeão juvenil de duplas na edição de 1994.
No cenário feminino, a potiguar Victoria Barros, terceira cabeça de chave, não conseguiu avançar para a final juvenil, sendo derrotada pela chinesa Sun Xinran. A atleta asiática de apenas 15 anos venceu a brasileira por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3 e disputará a final contra a russa Alisa Oktiabreva, que é a 12ª cabeça de chave.
Enquanto isso, no torneio adulto, a paulista Luisa Stefani, que se destacou como a última representante brasileira na competição, e sua parceira canadense Gabriela Dabrowski, foram eliminadas na semifinal, enfrentando a tcheca Katerina Siniakova e a norte-americana Taylor Townsend, em um jogo que terminou de forma abrupta com sets diretos de 6/0 e 6/1.





