Arthur Silva e Wilians Araújo foram os responsáveis pelos dois ouros da equipe brasileira. Arthur, que compete na categoria até 90 kg para atletas J1 (cegos totais), se mostrou confiante e afirmou: “Campeão aqui na Alemanha, a competição mais antiga do judô paralímpico. Uma alegria muito grande e sinal de que vem ouro em Paris [nos Jogos], se Deus quiser, seguindo nessa pegada”. Ele é atual líder do ranking mundial da sua categoria.
Já Wilians Araújo, atual campeão mundial dos pesados (acima de 90 kg) na J1, declarou: “Mais uma medalha de ouro para o nosso Brasil, é um orgulho enorme representar essa nação”. Com 32 anos, o atleta paraibano busca em Paris seu primeiro ouro paralímpico.
Além dos ouros, a equipe brasileira também conquistou três pratas, com Alana Maldonado, Brenda Freitas e Elielton Oliveira, e um bronze com Rebeca Silva, demonstrando a força e qualidade dos judocas paralímpicos do país.
O Grand Prix de Heidelberg é considerado um dos eventos mais importantes do circuito internacional da Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA), e serviu como preparação para os atletas antes da próxima edição dos Jogos Paralímpicos, que será realizada em Paris, na França.
Os atletas que competiram em Heidelberg terão ainda mais duas oportunidades de participar de competições internacionais antes dos Jogos. Os próximos eventos do circuito internacional da IBSA serão disputados em Antalya, na Turquia, em abril, e em Tbilisi, na Geórgia, em maio.
Com o desempenho destacado no Grand Prix de Heidelberg, a expectativa é grande para a participação da equipe brasileira de judô paralímpico nas próximas competições internacionais e, principalmente, nos Jogos Paralímpicos de Paris, onde os atletas buscarão repetir e superar o sucesso alcançado na Alemanha.
