O quinteto, formado por Maria Eduarda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi e Sofia Pereira, obteve uma nota de 26.350, ficando atrás da equipe israelense, que levou o ouro com 26.650 pontos. O pódio foi completado pela equipe anfitriã, que conquistou o bronze ao som de sua apresentação, terminando com 24.450 pontos.
A técnica do conjunto, Camila Ferezin, expressou sua satisfação com o desempenho da equipe, afirmando que essa medalha de prata tem um significado especial, uma vez que a apresentação foi realizada com uma série mais simples, evidenciando a evolução e a consistência do grupo, um aspecto que se tornou desafiador para todos os países participantes. Ferezin destacou a importância de continuar trabalhando arduamente, com foco na busca por uma vaga olímpica.
Além da apresentação na série de cinco bolas, o conjunto também competiu na final mista, apresentando uma performance ao som da canção “Abracadabra” da famosa cantora Lady Gaga. No entanto, em Baku, a equipe ficou na quinta colocação, obtendo uma nota de 25.950. Durante essa apresentação, houve uma pequena mudança na equipe, com Nicole Pírcio substituindo Mariana Gonçalves. A competição foi dominada pela equipe da Espanha, seguida pela Rússia e Bulgaria, que também garantiram pódios.
Na competição individual, Maria Eduarda Alexandre mostrou seu talento ao chegar às finais na bola e na fita, embora tenha terminado em sétimo lugar em ambas as provas. Sua participação no individual geral rendeu a ela a 12ª posição, com 106.750 pontos, um novo recorde pessoal. A curitibana Bárbara Domingues também competiu, finalizando em 17º lugar com 104.350 pontos.
Com a próxima parada no Pan-Americano de ginástica rítmica, que ocorre no Rio de Janeiro, a equipe brasileira se prepara para desafios ainda maiores, com a meta de se aprimorar para o Mundial agendado em agosto em Frankfurt, na Alemanha, que irá distribuir três vagas para os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028.







