Segundo o especialista, a pressão do ar dentro dos aviões corresponde a apenas 75% da pressão ao nível do mar, o que diminui os níveis de oxigênio e pode levar a desconfortos como fadiga, aumento da frequência cardíaca e falta de ar. Embora a maioria das pessoas consiga se adaptar a essas condições sem maiores complicações, Cunningham recomenda algumas medidas para minimizar os sintomas.
Manter-se hidratado é fundamental, pois o ar da cabine é bastante seco e a desidratação pode piorar a sensação de falta de ar. O médico aconselha beber água antes e durante o voo. Além disso, recomenda que os passageiros se movimentem durante o voo, fazendo pequenos exercícios e alongamentos para promover uma melhor circulação sanguínea.
Outras dicas sugeridas por Cunningham incluem o uso de spray nasal salino para manter as passagens nasais úmidas e a realização de exercícios de respiração profunda para melhorar a capacidade pulmonar e reduzir a ansiedade. A especialista em viagens Jane Hawkes também aconselha evitar o consumo de café ou álcool antes do voo para melhorar a qualidade da viagem.
Em resumo, apesar dos efeitos da baixa pressão do ar dentro dos aviões, é possível adotar medidas simples para minimizar os sintomas e garantir uma viagem mais confortável e segura para os passageiros. A atenção à hidratação, a prática de exercícios durante o voo e o cuidado com a saúde respiratória são fundamentais para lidar com as condições atmosféricas peculiares dos voos aéreos.





