Esdras Bedai traz “Trovão do Mangue” ao Dolores Club, celebrando a fusão da tradição pernambucana com a modernidade do Manguebeat.

No dia 20 de junho, a Lapa, tradicional reduto da música carioca, receberá um dos maiores artistas da nova geração da música nordestina: Esdras Bedai. O músico pernambucano dará início ao seu show intitulado “Trovão do Mangue: Da Lama ao Caos – Tributo a Pernambuco” no Dolores Club, a partir das 21h30. Essa apresentação busca mergulhar de cabeça na rica sonoridade e na energia vibrante do Movimento Manguebeat, que se destacou na cena cultural brasileira nos anos 1990, promovendo uma fusão inovadora entre o passado e o presente, entre a poesia vestida de lama e as antenas parabólicas que captavam o mundo.

Esdras Bedai é um percussionista, cantor e compositor que conquistou o público com sua habilidade em mesclar ritmos tradicionais e linguagens contemporâneas. Suas colaborações com nomes como Armandinho em canções como “Desenho de Deus”, “Semente” e “Analua” evidenciam sua versatilidade e criatividade. No novo espetáculo, Bedai revisita e reinventa as raízes culturais de Pernambuco, trazendo maracatu, coco, ciranda e afoxé para um diálogo dinâmico com o rock, funk, dub e outras vertentes da música popular brasileira e experimental, toda imbuída da estética do manguebeat.

Inspirado por ícones como Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, o artista promete criar uma experiência sonora que é, ao mesmo tempo, pulsante e visceral. “Trovão do Mangue” transcende o simples conceito de tributo; é um manifesto que celebra a cultura popular em constante metamorfose, conforme explica Bedai.

O palco contará com a presença de uma banda recheada de talento: Nando Rocha na guitarra, Felipe Fuji no baixo, Luciano de Paula na bateria, além de Gaby Ribeiro e Antônio Macalão na percussão, todos sob a direção da renomada produtora Luciana Moisakis.

Os portões do Dolores Club, localizado na Rua do Lavradio, 10, abrirão às 20h, e a entrada terá um valor que varia entre R$ 30 e R$ 60. O espaço, que é acessível, prepara-se para receber um público ávido por uma noite de celebração e descoberta musical. A classificação indicativa é de 18 anos.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo