Recentemente, um documento do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação, Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe), que circulou nas redes sociais, trouxe à luz o nome de Jordana em uma lista de candidatos que se autodeclararam negros. A participante, na época com 18 anos, tentou a vaga nos cargos de analista e técnico judiciário, que exigiam formação educacional mínima de ensino médio completo. Entretanto, verifica-se que ela não foi aprovada no certame.
Diante da revelação, a reação do público nas redes sociais foi intensa, com muitos usuários expressando indignação. Comentários como “Vocês de Brasília só têm um objetivo: levar um cartaz falando da Jordana frauda cota” e referências à polêmica envolvendo outros casos de autodeclaração, como o ex-BBB Matheus Amaral, tornaram-se comuns. Este último havia, em 2014, sido acusado de utilizar cotas raciais de forma indevida para ingressar em uma faculdade, uma situação que voltou a ganhar notoriedade com o desdobramento da situação atual.
A equipe de Jordana ainda não se manifestou oficialmente sobre as alegações, levantando especulações entre os fãs do programa. Algumas pessoas nas redes sociais sugerem que a informação pode ter sido manipulada por competidores adversários para desestabilizar a participante. Portanto, à medida que a tensão aumenta, o público aguarda possíveis esclarecimentos sobre a situação, que já se transformou em um dos principais tópicos de debate entre os espectadores do reality show.
Enquanto a polêmica se desenrola, fica evidente que as questões de identidade racial e a utilização de cotas são temas sensíveis e frequentemente debatidos na sociedade brasileira, impactando não só a trajetória de Jordana dentro do programa, mas também as discussões públicas sobre representatividade e justiça social.
