Escândalo no BBB 26: Jordana Morais é acusada de se autodeclarar negra para obter cotas em concurso do Tribunal de Justiça do DF.

No cenário do Big Brother Brasil 26, a participante Jordana Morais, vinda da Casa de Vidro do Centro-Oeste, está no centro de uma polêmica envolvendo acusações de autodeclaração de raça. As críticas surgem a partir de informações que indicam que a advogada se declarou negra para participar de um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) realizado em 2015.

Recentemente, um documento do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação, Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe), que circulou nas redes sociais, trouxe à luz o nome de Jordana em uma lista de candidatos que se autodeclararam negros. A participante, na época com 18 anos, tentou a vaga nos cargos de analista e técnico judiciário, que exigiam formação educacional mínima de ensino médio completo. Entretanto, verifica-se que ela não foi aprovada no certame.

Diante da revelação, a reação do público nas redes sociais foi intensa, com muitos usuários expressando indignação. Comentários como “Vocês de Brasília só têm um objetivo: levar um cartaz falando da Jordana frauda cota” e referências à polêmica envolvendo outros casos de autodeclaração, como o ex-BBB Matheus Amaral, tornaram-se comuns. Este último havia, em 2014, sido acusado de utilizar cotas raciais de forma indevida para ingressar em uma faculdade, uma situação que voltou a ganhar notoriedade com o desdobramento da situação atual.

A equipe de Jordana ainda não se manifestou oficialmente sobre as alegações, levantando especulações entre os fãs do programa. Algumas pessoas nas redes sociais sugerem que a informação pode ter sido manipulada por competidores adversários para desestabilizar a participante. Portanto, à medida que a tensão aumenta, o público aguarda possíveis esclarecimentos sobre a situação, que já se transformou em um dos principais tópicos de debate entre os espectadores do reality show.

Enquanto a polêmica se desenrola, fica evidente que as questões de identidade racial e a utilização de cotas são temas sensíveis e frequentemente debatidos na sociedade brasileira, impactando não só a trajetória de Jordana dentro do programa, mas também as discussões públicas sobre representatividade e justiça social.

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