Em uma postagem nas redes sociais, Erika Hilton negou categoricamente ter estado presente no evento em questão e criticou os bolsonaristas por fabricarem uma controvérsia que, segundo ela, não existia. A deputada enfatizou que, durante o suposto ocorrido, ela se encontrava em outras atividades no interior de São Paulo. Ela explicou que Lula estava conversando com uma outra pessoa da plateia também chamada Erika, e que a ala conservadora teria utilizado o trecho de sua fala para ridicularizá-la.
Hilton foi enfática ao afirmar que o fanatismo de certos grupos políticos em relação à sua imagem revela um medo exacerbado de sua crescente influência. Ela caracterizou o comportamento dos bolsonaristas como “quase animalesco”, assinalando que a aceitação de uma mulher trans como figura política é inaceitável para eles. A deputada declarou que, em sua opinião, seu trabalho como política é mais produtivo para a sociedade brasileira do que as realizações de todos os “ídolos bolsonaristas” combinados.
A parlamentar também não deixou de ironizar os críticos, afirmando que “os bolsonaristas são fissurados em mim” e referindo-se aos perfis que viralizaram o vídeo como uma “horda de fracassados”. Ao final de sua postagem, Erika fez uma observação crucial: enquanto os bolsonaristas se concentravam em ataques pessoais, Lula fazia um alerta significativo sobre os riscos das inteligências artificiais na produção de conteúdo pornográfico sem consentimento, um tema que foi ignorado pelos críticos.
Para a deputada, o verdadeiro problema para os bolsonaristas é a existência de pessoas trans, e não o debate necessário sobre segurança digital e proteção infantil. Com isso, Erika Hilton não apenas se defendeu, mas também trouxe à tona temas importantes que merecem atenção no cenário atual.
