O Comando Conjunto das Forças Armadas informou que houve um aumento na vigilância do espaço aéreo e nos portos do país, a fim de prevenir qualquer ameaça que possa interferir no funcionamento normal dos setores estratégicos, na soberania e no desenvolvimento do sufrágio universal.
Mais de 13,73 milhões de equatorianos estão aptos a votar nas eleições que definirão o próximo presidente do país pelos próximos quatro anos. Entre os 16 candidatos na disputa, destacam-se o atual presidente Daniel Noboa e a candidata de esquerda da oposição, Luisa González, apoiada pelo ex-presidente Rafael Correa.
Os equatorianos no exterior já participaram do pleito de forma voluntária e presencial, cumprindo seu papel democrático. Para a eleição presidencial, o candidato precisa obter mais de 50% dos votos válidos ou 40% com uma vantagem de pelo menos dez pontos sobre o concorrente mais próximo. Caso nenhum candidato alcance esse resultado, um segundo turno está previsto para 13 de abril.
Além da escolha do presidente, os equatorianos também estão elegendo os 151 deputados da Assembleia Nacional e os cinco representantes do Parlamento Andino. A abstenção no voto é passível de multa, no valor de US$ 47, correspondente a 10% do salário médio.
O próximo presidente eleito assumirá o cargo em 24 de maio, sucedendo a Daniel Noboa e governando o Equador pelos próximos quatro anos. A expectativa é de um processo eleitoral pacífico e democrático, garantindo a continuidade do funcionamento institucional do país.
