O assassinato de Kirillov, que era responsável pelas Tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica da Rússia, foi registrado após uma explosão em Moscou no dia 17 de dezembro de 2024. Informações preliminares apontam que o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) teria confirmado a responsabilidade da Ucrânia pelo ataque, uma afirmação que intensifica as tensões já existentes entre os dois países. Kellogg, ao comentar sobre a morte do general, argumentou que tal ação não deveria impactar as negociações de paz entre Moscou e Kiev, sugerindo que a dinâmica da diplomacia deve prevalecer mesmo em tempos de violência.
O incidente gera um debate significativo sobre as regras de engajamento em conflitos armados, onde a distinção entre combatentes e não-combatentes é essencial para a manutenção de um certo nível de civilidade e respeito mútuo entre as nações em guerra. Kellogg enfatizou a necessidade de que as ações tomadas durante esses conflitos respeitem esses princípios, a fim de evitar uma escalada desnecessária da violência.
Essa crítica de Kellogg pode ser vista como um reflexo da complexidade do atual cenário geopolítico, onde ações diretas e estratégias militares não apenas moldam o curso das batalhas, mas também têm repercussões diretas nas futuras relações internacionais e na possibilidade de uma resolução pacífica do conflito. As observações feitas pelo enviado especial dos EUA destacam a importância de normas de conduta, mesmo em contextos onde a hostilidade parece omnipresente.





