Uma das principais demandas dos entregadores é o reajuste na taxa mínima de entrega, que atualmente é de R$ 6,50 e eles propõem que seja aumentada para R$ 10. Além disso, eles também reivindicam o pagamento de R$ 2,50 por quilômetro rodado na entrega e o recebimento integral pelo serviço, mesmo em caso de múltiplos pedidos no mesmo trajeto. Outro ponto de preocupação para os profissionais é o limite de três quilômetros para as entregas feitas por bicicleta.
A categoria busca uma negociação com as empresas responsáveis pelos aplicativos de entrega, com o intuito de garantir melhores condições de trabalho e uma remuneração mais justa. Essa mobilização em Maceió faz parte de um movimento nacional, que conta com protestos em cerca de 60 cidades e 19 capitais, evidenciando a insatisfação e a união dos entregadores em todo o país.
É importante ressaltar que esses profissionais desempenham um papel fundamental na sociedade, principalmente durante a pandemia, garantindo que as pessoas tenham acesso a alimentos, medicamentos e outros produtos essenciais. Portanto, é fundamental que suas reivindicações sejam ouvidas e que medidas sejam tomadas para garantir melhores condições de trabalho para esses trabalhadores essenciais.
