Esses dados o colocam em segundo lugar entre os atacantes brasileiros atuando na Europa, apenas atrás de Vinicius Junior, que contabiliza 20 participações em gols em 27 partidas — 16 delas convertidas em gols e 4 em assistências. Essa comparação reflete não só a habilidade de Endrick, mas também sua rápida adaptação ao futebol europeu, um feito notável para um atleta de apenas 20 anos.
Quando analisamos o desempenho de Endrick desde sua chegada ao Lyon, os números falam por si. Ele é o segundo atacante brasileiro com menos tempo necessário para contribuir em um gol. Em média, Endrick leva apenas 93 minutos para fazer uma assistência ou marcar, o que demonstra sua eficácia em campo. O único que apresenta um índice ainda melhor é Raphinha, jogador do Barcelona, com média de 89 minutos por participação.
A competição pela vaga no ataque da seleção é intensa, com nomes como João Pedro, Gabriel Martinelli, Richarlison, Matheus Cunha e Igor Jesus também disputando um lugar. No entanto, Endrick chega à véspera da convocação em um esplêndido momento, talvez o melhor desde que iniciou sua jornada no futebol europeu. Essa fase robusta e cheia de confiança pode ser um grande diferencial para sua presença no torneio que se aproxima, deixando os torcedores e a comissão técnica na expectativa sobre seu futuro na seleção. A próxima segunda-feira certamente reservará novidades emocionantes para os fãs do futebol brasileiro.
