A escolha de Vitor para o cargo na prefeitura gerou controvérsias, principalmente devido ao histórico da Companygraf. A empresa foi investigada por improbidade administrativa em um processo envolvendo o ex-vereador Antonio Goulart, que resultou em uma condenação que proibia a empresa de firmar contratos com o poder público. No entanto, com a mudança na Lei de Improbidade, a sentença foi anulada e Vitor acabou sendo nomeado para o cargo na prefeitura, recebendo um salário de R$ 27 mil.
A Companygraf também foi alvo de denúncias do Ministério Público de São Paulo em 2017, devido aos contratos firmados com o gabinete de Antonio Goulart. A esposa de Vitor, Valéria Ferreira de Arruda, que trabalhava como assessora do vereador na época, teve uma segunda gráfica, a Studio Companygraf, que também recebeu contratos da Prefeitura.
Diante dessas informações, a nomeação de Vitor Cavalcanti de Arruda levantou questionamentos sobre os critérios técnicos utilizados na escolha do secretário executivo adjunto. Tanto a Prefeitura de São Paulo quanto a defesa de Vitor afirmaram que a nomeação foi baseada em critérios técnicos, apesar das polêmicas envolvendo a empresa do empresário.
O advogado de Antonio Goulart também se pronunciou, destacando que a condenação por improbidade administrativa não gerou suspensão de direitos políticos e que o caso já transitou em julgado. A decisão do prefeito de nomear Vitor para o cargo na prefeitura continua gerando repercussão na política paulistana, com questionamentos sobre ética e transparência na gestão pública.
