Com o tema “Do fazer com as mãos ao florescer como negócio,” o congresso se propôs a converter habilidades em oportunidades reais de empreendedorismo. Essa proposta é especialmente significativa para mulheres que se encontram em situações de vulnerabilidade, proporcionando um caminho para a emancipação econômica e social.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, marcou presença no evento e enfatizou a relevância da iniciativa para a autonomia das mulheres. “Essa iniciativa traz autonomia econômica, aumenta a autoestima e oferece capacitação profissional. É uma forma de combater desigualdades sociais e reforçar que a mulher pode e deve estar em todos os lugares, incluindo os espaços de poder,” declarou. Ela ressaltou ainda a necessidade de respeito e valorização das mulheres, reconhecendo suas contribuições para a sociedade.
Durante todo o dia, o público teve acesso a uma variada programação que incluiu palestras, oficinas, e workshops sobre gestão de negócios, precificação, marketing e posicionamento de marca. Além disso, serviços nas áreas de saúde, bem-estar e beleza foram disponibilizados, complementando a proposta de valorização da mulher. As empreendedoras também puderam expor e vender seus produtos em um espaço especialmente reservado para esse fim, fortalecendo a rede de negócios locais.
As histórias de superação entre as participantes foram inspiradoras. Glêni Moura, de 46 anos e moradora de Ceilândia, destacou como o evento a acolheu em um momento difícil. Após lutar contra o câncer, ela encontrou no congresso uma oportunidade de recomeço e incentivo. “Estar aqui, pra mim, é uma vitória pessoal. Fazer parte desse grupo de mulheres deu um novo sentido para minha vida,” afirmou.
Outra participante, Débora Maia, da Roda de Artesanato de São Sebastião, valorizou a chance de expor seus produtos. “Não é sempre que encontramos espaços para vender nossa produção sem custo. Além do mais, o congresso também é um momento de aprendizado e troca,” ressaltou. Com essas iniciativas, o Congresso Realize se consolida como um espaço fundamental para o fomento à independência financeira e à rede de apoio entre mulheres.





