A corrida presidencial se desenha marcada pela polarização política, com dois grandes nomes já em destaque: o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que busca reeleição, e Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que tenta manter o legado familiar. Além deles, diversos pré-candidatos de outros partidos estão em evidência, buscando espaço em um eleitorado dividido.
Entre as novas apostas, o Partido Social Democrático (PSD) está considerando pela primeira vez a possibilidade de lançar uma candidatura própria. A sigla, liderada por Gilberto Kassab, está avaliando três figuras proeminentes: os governadores Ronaldo Caiado, Eduardo Leite e Ratinho Júnior. Caiado, que recentemente deixou o União Brasil, se filiou ao PSD e se apresenta como uma opção forte, embora, segundo fontes internas, Ratinho Júnior seja a preferência de Kassab.
A definição do candidato do PSD está prevista para ocorrer até o dia 15 de abril. Importante ressaltar que as pesquisas de intenção de voto não serão o único critério utilizado para tal escolha.
Além de Lula e Flávio Bolsonaro, outros nomes começam a circular na arena política. Romeu Zema, atual governador de Minas Gerais, anunciou sua pré-candidatura e deixará o cargo em março para se dedicar à campanha. Aldo Rebelo, ex-ministro e agora filiado à Democracia Cristã, também é outra figura que pretende se lançar.
Outro líder em ascensão é Renan Santos, do Movimento Brasil Livre, que fez polêmicas declarações e lançou sua pré-candidatura pelo partido Missão. Por fim, Cabo Daciolo, que já concorreu a presidência em 2018, também se apresenta como pré-candidato mesmo sem um partido oficial.
Diante de um cenário tão conturbado e polarizado, o calendário eleitoral se torna crucial. As convenções partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto, com o registro oficial de candidatos até 15 de agosto. A propaganda eleitoral começará em 16 de agosto, esquentando cada vez mais o clima antes da votação.






