Eleições de 2026: Lula e Flávio Bolsonaro se destacam em um cenário polarizado com novos pré-candidatos ao Palácio do Planalto.

O primeiro turno das eleições gerais de 2024 está agendado para o dia 4 de outubro. Esse evento democrático contará com a participação de mais de 150 milhões de eleitores brasileiros, que terão a responsabilidade de escolher vários representantes, dentre os quais se destaca a eleição do próximo presidente da República. Se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, um segundo turno será realizado no dia 25 de outubro, reunindo os dois mais votados.

A corrida presidencial se desenha marcada pela polarização política, com dois grandes nomes já em destaque: o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que busca reeleição, e Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que tenta manter o legado familiar. Além deles, diversos pré-candidatos de outros partidos estão em evidência, buscando espaço em um eleitorado dividido.

Entre as novas apostas, o Partido Social Democrático (PSD) está considerando pela primeira vez a possibilidade de lançar uma candidatura própria. A sigla, liderada por Gilberto Kassab, está avaliando três figuras proeminentes: os governadores Ronaldo Caiado, Eduardo Leite e Ratinho Júnior. Caiado, que recentemente deixou o União Brasil, se filiou ao PSD e se apresenta como uma opção forte, embora, segundo fontes internas, Ratinho Júnior seja a preferência de Kassab.

A definição do candidato do PSD está prevista para ocorrer até o dia 15 de abril. Importante ressaltar que as pesquisas de intenção de voto não serão o único critério utilizado para tal escolha.

Além de Lula e Flávio Bolsonaro, outros nomes começam a circular na arena política. Romeu Zema, atual governador de Minas Gerais, anunciou sua pré-candidatura e deixará o cargo em março para se dedicar à campanha. Aldo Rebelo, ex-ministro e agora filiado à Democracia Cristã, também é outra figura que pretende se lançar.

Outro líder em ascensão é Renan Santos, do Movimento Brasil Livre, que fez polêmicas declarações e lançou sua pré-candidatura pelo partido Missão. Por fim, Cabo Daciolo, que já concorreu a presidência em 2018, também se apresenta como pré-candidato mesmo sem um partido oficial.

Diante de um cenário tão conturbado e polarizado, o calendário eleitoral se torna crucial. As convenções partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto, com o registro oficial de candidatos até 15 de agosto. A propaganda eleitoral começará em 16 de agosto, esquentando cada vez mais o clima antes da votação.

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