Os participantes devem estar devidamente paramentados, sendo obrigatório o uso de jaleco, preferencialmente branco, durante a prova, que testará habilidades clínicas essenciais para o exercício da medicina no Brasil. As provas acontecerão em diversas cidades nas cinco regiões do país: Norte, Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste.
Os candidatos têm à sua disposição o Cartão de Confirmação da Inscrição, onde podem verificar o local exato da prova, assim como os horários e seu número de inscrição. Recomenda-se fortemente que os participantes levem esse documento nos dois dias de avaliação, mesmo não sendo uma exigência compulsória. A possibilidade de atendimento especializado é também destacada, para aqueles que identificam-se como transgêneros ou travestis e buscam ser referidos de acordo com sua identidade de gênero.
Durante o fim de semana, as provas de habilidades clínicas serão realizadas em dois períodos, com acesso liberado a partir das 11h para a primeira prova e 15h para a segunda, com encerramento dos portões programado para 12h e 16h, respectivamente. Os candidatos devem comparecer com antecedência, recomendando-se uma chegada cerca de uma hora antes do início da avaliação.
Para validar a identidade, é necessário apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, passaporte ou CNH, incluindo ainda opções digitais através de aplicativos oficiais do governo. Uma vez no local, celulares e dispositivos eletrônicos precisam ser armazenados em envelopes específicos, desconectados, para evitar distrações e desvio de atenção.
Na prova, cada candidato enfrentará um total de dez estações, sendo cinco em cada um dos dias de avaliação. As estações cobrirão áreas importantes da prática médica, como clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria, e medicina de família e comunidade. O exame é uma oportunidade para demonstrar habilidades que incluem coleta de anamnese, análise de exames e execução de procedimentos médicos, tudo em um cenário que simula a atuação real no sistema de saúde.
O Revalida, um processo desenvolvido pelos ministérios da Educação e da Saúde, não deve ser confundido com um concurso público, pois não se destina à seleção para cargos na administração pública, mas sim à validação de diplomas médicos estrangeiros, garantindo que esses profissionais atendam aos padrões de formação exigidos pelas instituições brasileiras.





