É importante ressaltar que o término da greve não implica no retorno imediato das aulas e demais atividades acadêmicas. Cada universidade tem autonomia administrativa para restabelecer seu calendário e definir as datas de encerramento e início dos próximos semestres letivos. Um exemplo disso é a Universidade de Brasília (UnB), onde os professores anunciaram que as aulas serão retomadas na próxima quarta-feira, dia 26.
Durante o final de semana, o comando nacional de greve deve analisar as respostas das seções sindicais, secretarias regionais e comandos locais sobre a continuidade ou término da greve. Além disso, será discutido o planejamento para o retorno das atividades e a reposição das aulas, seja na próxima semana ou no início de julho.
O retorno das aulas também está condicionado ao trabalho do pessoal técnico e administrativo, responsável por ajustar os calendários acadêmicos e realizar possíveis trancamentos de matrícula nos departamentos universitários. A Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) também está acompanhando os resultados das assembleias das entidades de base.
Dessa forma, o fim da greve dos professores universitários marca um novo capítulo nas universidades federais, com a expectativa de que as atividades acadêmicas possam ser retomadas em breve e que os estudantes possam concluir seus semestres letivos.







