Por volta das 13h27, o agressor pulou o muro da escola. Aproximadamente um minuto depois, uma agente escolar utilizou um botão de pânico, um aplicativo de alerta que visa aumentar a segurança em ambientes escolares. A Polícia Militar chegou ao local prontamente, às 13h32, apenas quatro minutos após o acionamento do alarme. A Guarda Civil Municipal (GCM) também foi mobilizada para a ocorrência.
Apesar da resposta rápida das autoridades e de um agente de Segurança Escolar que conseguiu conter o jovem, a professora, cuja identidade não foi revelada, sofreu ferimentos na mão ao tentar bloquear a entrada do agressor, segurando a porta de uma sala de aula. Segundo a prefeitura, ela foi prontamente socorrida e encaminhada ao Hospital Santa Maria, onde seu estado de saúde foi reportado como estável.
O jovem, por sua vez, foi encontrado ferido pela polícia e recebeu atendimento da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Informações preliminares indicam que seus ferimentos foram auto infligidos, mas a motivação por trás da ação violenta permanece desconhecida.
Como medida de segurança, os alunos foram dispensados de maneira organizada, e as famílias foram devidamente informadas sobre a situação. A Secretaria de Comunicação do município ressaltou que todos os protocolos de segurança foram rigorosamente seguidos, incluindo o fechamento imediato das salas e o acionamento das forças de segurança.
Além disso, a administração municipal está disponibilizando equipes de saúde mental para oferecer suporte aos profissionais da escola e à comunidade escolar afetada. A ocorrência está sob investigação pela Polícia Civil, e a utilização do botão de pânico, uma ferramenta desenvolvida para aprimorar a resposta a emergências, destaca a importância das medidas de segurança implementadas após tragédias anteriores na região, como o ataque ocorrido na Escola Estadual Raul Brasil em 2019.





