A escolha do laureado é feita em uma reunião virtual com jurados de três países, sendo dois representantes do Brasil, dois de Portugal e um par de algum país da CPLP. O Brasil é representado pelo escritor Deonísio da Silva e pelo professor e pesquisador Ranieri Ribas, que participam diretamente da Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro.
Já de Portugal, fazem parte do júri as professoras Clara Crabbé Rocha e Isabel Cristina Mateus. O país africano de Moçambique completa o trio de jurados, com a presença do filósofo e crítico de arte poética Dionisio Bahule e do professor Francisco Noa.
O nome do vencedor será anunciado assim que houver consenso entre os jurados. Ainda não foi determinada uma data para a entrega da premiação, que pode ocorrer no Brasil ou em Portugal.
O autor vencedor deste prestigioso prêmio receberá um prêmio de 100 mil euros, o que equivale a mais de R$ 580 mil. Este valor é dividido igualmente entre as duas instituições que organizam o Prêmio Camões: o Ministério da Cultura português e a Fundação Biblioteca Nacional, vinculada ao Ministério da Cultura brasileiro.
O diploma concedido ao laureado contém o nome de todos os países de língua portuguesa e é assinado pelos chefes de estado do Brasil e de Portugal. Além destes dois países, integram a CPLP Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Criado em 1988, o Prêmio Camões tem como objetivo reconhecer um autor de língua portuguesa que, através de sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural do idioma. O prêmio leva o nome de Luís Vaz de Camões, um renomado poeta português.







