O evento atraiu cerca de 7 mil espectadores, entre familiares e apoiadores, que acompanharam a entrega de certificados para alunos que se inseriram no programa no primeiro semestre de 2025. O programa é especialmente voltado para áreas de Reforma Agrária e periferias, destacando a relevância da inclusão social e educacional nessas regiões.
A realização do Jornada de Alfabetização é fruto de uma colaboração entre diversas instituições, incluindo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), e o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), entre outros. Essa união de esforços destaca a importância da educação como ferramenta para a transformação social.
Durante a cerimônia, Maria de Jesus, membro da coordenação do MST do Ceará, expressou sua satisfação ao afirmar que a formatura representa um marco significativo no processo de alfabetização desses jovens e adultos. “É com muita alegria que estamos aqui para celebrar esse primeiro ciclo de alfabetização nas áreas de reforma agrária e nas periferias”, declarou, enfatizando o impacto positivo da educação nas comunidades.
O evento também contou com a presença de diversas autoridades educacionais, incluindo Zara Figueiredo, secretária da Educação Continuada, e João Pedro Stedile, coordenador nacional do MST, que ressaltaram a relevância da alfabetização como um direito fundamental. Stedile fez um apelo por um movimento contínuo e vigoroso na luta contra o analfabetismo.
Além da formatura, foi introduzido o Cadastro Único da Educação de Jovens e Adultos (CadEJA), uma nova ferramenta do Governo Federal destinada a mapear as demandas para cursos de EJA. Este passo adicional mostra uma preocupação em estender o alcance da educação a todos os segmentos da sociedade, promovendo não apenas a formação acadêmica, mas também a inclusão social e a cidadania efetiva.






