Esse processo é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e é considerado essencial para a construção de indicadores que auxiliam no entendimento do cenário educacional brasileiro. Dados coletados durante essa etapa são utilizados no cálculo de taxas de rendimento escolar e abandono, sendo vitais para a avaliação da qualidade da educação oferecida no país. As informações também alimentam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que integra tanto os dados do Censo quanto os resultados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Os gestores das escolas devem preencher a declaração por meio do Sistema Educacenso, uma plataforma que facilita a inserção dessas informações. O Inep enfatiza a importância da precisão dos dados, alertando que inconsistências podem comprometer os resultados e distorcer a realidade das instituições de ensino. A documentação que embasa as declarações, como diários de classe e registros de frequência, deve ser consultada para garantir a acuracidade.
As escolas que começaram suas atividades após a data de referência do Censo, assim como aquelas que retornaram ao funcionamento, devem considerar as matrículas de alunos que foram declarados anteriormente por outras unidades.
O cronograma da segunda etapa do Censo Escolar 2025 estabelece que a coleta de dados vai de 19 de fevereiro a 30 de março, com a disponibilização de relatórios preliminares marcada para 31 de março de 2026. A retificação dos dados será permitida de 31 de março até 14 de abril.
A educação básica no Brasil, uma prioridade nas políticas públicas, abrange a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, além de modalidades como Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a educação especial. Anualmente, o censo é realizado sob a colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, integrando todas as escolas do país. Com isso, a iniciativa não apenas fornece um retrato da realidade educacional, mas também estabelece diretrizes para ações futuras, visando à melhoria contínua da qualidade do ensino no Brasil.







