A situação ganhou destaque após a decisão de Moraes, que seguiu o parecer do procurador-geral da República e indeferiu o pedido do PT para apreender o passaporte de Eduardo Bolsonaro. O deputado havia anunciado anteriormente que tiraria uma licença da Câmara e permaneceria nos EUA, com receio de ter seu documento retido pelo Supremo.
A atitude de Eduardo surpreendeu o PL, que já havia sido informado de que o parlamentar retornaria ao Brasil para assumir a presidência da Comissão de Relações Exteriores. A escolha do deputado para o cargo era considerada estratégica pelo partido, como forma de contraponto à ação movida pelo PT no STF.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o final de fevereiro, na mesma data em que o PT entrou com o pedido de apreensão de seu passaporte. Sua ausência em eventos políticos, como a manifestação liderada por seu pai em defesa da anistia aos condenados do 8 de Janeiro, tem gerado repercussão.
Diante desse cenário, a permanência de Eduardo Bolsonaro nos EUA e a decisão do STF em relação ao seu passaporte continuam a ser temas de grande interesse e debate na esfera política brasileira. Acompanharemos os desdobramentos dessa situação para manter nossos leitores atualizados.
