As áreas de Saúde, Beleza, Bem-Estar, Alimentação, Casa e Construção foram as que mais se destacaram com um crescimento significativo no faturamento entre abril e junho. Esse desempenho é reflexo da recuperação consistente da economia brasileira, que apresentou um crescimento de 2,5% nos primeiros três meses do ano em relação ao período anterior.
O setor de serviços também teve um desempenho positivo, com um crescimento de 3% nos dois primeiros trimestres do ano e nos últimos quatro trimestres anteriores. A recuperação do consumo interno e investimentos em turismo e tecnologia foram aspectos que contribuíram para esse cenário favorável.
A melhora do mercado de trabalho, aumento real dos salários e controle da inflação foram fatores essenciais para o crescimento do setor de franquias. A ABF destacou que, se a Taxa Selic estivesse abaixo de 10,5% ao ano, os indicadores do mercado de franchising estariam ainda melhores.
O presidente da ABF, Tom Moreira Leite, ressaltou que o crescimento acima dos dois dígitos no setor demonstra a confiança do mercado e traz resultados positivos para a sociedade, como a geração de empregos e contribuição para a economia. O franchising é apresentado como uma alternativa de investimento segura para empreendedores, com modelos de negócios que oferecem treinamento, suporte e infraestrutura das empresas franqueadoras.
A pesquisa revelou um aumento de 3,85% no número de trabalhadores nas redes de franquias, totalizando 1,67 milhão de empregos. Além disso, foram abertas mais 4,3% de franquias, chegando a um total de 183.151 operações. Os setores de Saúde, Beleza e Bem-Estar, Alimentação e Casa e Construção foram os mais procurados, apresentando um crescimento expressivo no segundo trimestre.
Esses números demonstram a força e o potencial do setor de franquias no atual cenário econômico brasileiro, evidenciando oportunidades de investimento e crescimento para empreendedores e empresas do ramo.