O ministro ressaltou a importância desse leilão, afirmando que a meta é garantir um evento bem-sucedido, semelhante ao que ocorreu com o Galeão. “A nossa prioridade esse ano é fazer esse grande leilão do Aeroporto de Brasília, que nós esperamos também que seja um sucesso”, enfatizou Silva, com otimismo em relação à atração de investimentos internacionais.
Além do leilão de Brasília, o governo também pretende discutir a concessão do Aeroporto Santos Dumont, que atualmente está sob a administração da Infraero, empresa estatal responsável pela infraestrutura aeroportuária. O ministro destacou a necessidade de um debate sobre o papel da Infraero, sugerindo que a entidade passe por um processo de reavaliação com a sociedade e seus colaboradores, visando um futuro mais eficaz.
Silvio Costa Filho acredita que a Infraero deve concentrar esforços na aviação regional, um segmento que pode ser fortalecido no Brasil. “Ela tem um papel importante para o Brasil, mas podemos vislumbrar um papel ainda mais significativo se a Infraero puder se dedicar, nos próximos anos, à aviação regional”, afirmou.
O ministro acompanhou, na mesma data, o desenvolvimento do leilão do Galeão, o qual considerou um sinal positivo para o mercado internacional. Ele afirmou que o interesse crescente de investidores estrangeiros destaca o Brasil como um espaço promissor para investimentos. “Isso vai consolidar ainda mais a aviação internacional do Brasil”, completou.
Em uma perspectiva mais ampla, Silvio Costa Filho expressou esperança de que o leilão do terminal de contêineres do Porto de Santos, conhecido como Tecon 10, ocorra ainda este ano. Ele reiterou que este leilão, que enfrentou adiamentos ao longo de 12 anos, pode ser o maior da história do setor portuário brasileiro, com a expectativa de que aconteça entre outubro e dezembro. O ministre acredita que a execução bem-sucedida desses leilões será fundamental para o fortalecimento da infraestrutura no país.
