Um exemplo emblemático dessa discrepância de preços é um repelente em spray direcionado ao público infantil. Este produto foi encontrado por R$ 39,90 em uma farmácia, enquanto o mesmo item chegou a custar até R$ 83,95 em outra drogaria. Essa diferença surpreendente apresenta uma economia significativa de R$ 44,05 para quem optar pela opção mais barata. Outra variação notável foi identificada em um repelente spray de 100 ml, que variou entre R$ 39,90 e R$ 81,90, evidenciando a importância de pesquisar antes da compra.
Além do aparente impacto econômico, o uso de repelentes se torna crucial para a saúde pública, especialmente durante o verão, quando as condições naturais favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, conhecido transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Apesar da existência de vacinas contra a dengue, a imunização ainda não é acessível a toda a população, tornando o uso de repelentes uma medida preventiva fundamental.
Ao analisar opções de repelentes, é importante verificar quais ingredientes estão presentes na fórmula. Repelentes que contêm substâncias como DEET, icaridina e IR 3535 são considerados eficazes na proteção contra picadas de mosquitos. O Procon-SP adverte que, antes da compra, os consumidores devem confirmar se o produto possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e se a composição não contém ingredientes que possam causar alergias.
Além disso, ao realizar compras online, é essencial pesquisar preços, considerar os custos de frete e garantir que o site utilizado seja seguro, evitando aqueles que estão na lista de plataformas não confiáveis do Procon. Essas precauções ajudam os consumidores a fazer escolhas mais informadas e econômicas. Em um cenário onde a proteção contra doenças transmitidas por insetos é uma prioridade, a conscientização e a pesquisa de preços se mostram mais importantes do que nunca.
