As regiões da cidade que mais se destacam em termos de ocupação são, na ordem: Centro, com 83,74%; Ipanema e Leblon, com 81,10%; Leme e Copacabana, que registram 78,80%; e Flamengo e Botafogo, com uma taxa de 78,30%. A Barra da Tijuca, por sua vez, aparece com 63,90%. Esses dados indicam um aquecimento em várias áreas, especialmente nas mais turísticas, onde o agito e o clima festivo atraem tanto os cariocas quanto os turistas.
O presidente do Sindicato dos Hotéis do Rio de Janeiro, Alfredo Lopes, destacou a importância do Carnaval para a economia local. Segundo ele, a festa se diferencia do Réveillon por proporcionar uma maior permanência dos hóspedes. Essa tendência resulta em hotéis lotados e, consequentemente, na geração de receita significativa para a indústria do turismo, abrangendo bares, restaurantes e centros de compras. “Os bons resultados durante o Carnaval são essenciais para a arrecadação da cidade”, afirmou Lopes.
Além disso, o impacto do evento se estende para o cenário internacional. No ano passado, cerca de 300 mil turistas estrangeiros visitaram o Brasil para aproveitar a folia, com os argentinos representando a maior parte desse grupo, totalizando 41,2% dos visitantes. Para este ano, a expectativa do presidente é otimista, prevendo um crescimento de 18% no número de turistas internacionais em relação ao ano anterior. Ele acredita que a ocupação hoteleira deve se aproximar dos 98,62% registrados no Carnaval passado, solidificando o Rio de Janeiro como um destino irresistível para os amantes da festa e da cultura carioca.







