ECONOMIA – Novo presidente do Banco Central assume cargo em cerimônia no Palácio da Alvorada, com presença de autoridades do governo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou na última segunda-feira (30) a nomeação de Gabriel Galípolo como o novo presidente do Banco Central, que ocupará o cargo de 2025 a 2028. A Secretaria de Comunicação do Governo confirmou a assinatura do termo de posse durante uma cerimônia realizada no Palácio da Alvorada, com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Galípolo irá substituir Roberto Campos Neto a partir de 1º de janeiro do próximo ano.

Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Lula, passou por uma sabatina no Senado em 8 de outubro para a aprovação de seu nome. O novo presidente do BC é natural de São Paulo, tem 42 anos e possui formação em economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), além de mestrado na mesma área. Ele já atuou como secretário executivo do Ministério da Fazenda, professor universitário e presidente do Banco Fator.

Além da nomeação de Galípolo, outros três diretores do Banco Central tiveram seus nomes confirmados: Nilton José Schneider para a Diretoria de Política Monetária, Izabela Moreira Correa para a Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, e Gilneu Astolfi Vivan para a Diretoria de Regulação. Os nomes dos novos diretores foram aprovados pelo Senado em 10 de dezembro.

Nilton David, chefe de operações de Tesouraria do Banco Bradesco desde 2019, possui graduação em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (USP) e experiência em instituições financeiras no Brasil e no exterior. Izabela Correa, graduada em administração pública e com mestrado em ciência política e doutorado em governo, tem atuado como professora de gestão pública e políticas públicas. Já Gilneu Vivan, economista com especialização em gestão financeira, era responsável pelo Departamento da Regulação do Sistema Financeiro Nacional até este ano.

Essas nomeações refletem a busca do governo em fortalecer e direcionar sua política econômica para os próximos anos, com profissionais qualificados e experientes assumindo posições-chave no Banco Central.

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