Durante uma participação em um programa de rádio, Teixeira expressou sua confiança ao afirmar que “a agricultura familiar vai bombar” com o novo acordo. Ele enfatizou que, maioritariamente, o café produzido no Brasil provém de agricultores familiares, os quais agora ganham novas oportunidades de comercialização em mercados internacionais. Além disso, mencionou a diversidade de frutas que têm grande potencial no exterior, como manga, uva e melão.
Outro segmento destacado foi o dos produtos lácteos, em especial os queijos de Minas Gerais, que são reconhecidos no mercado interno e podem agora conquistar o paladar europeu. Teixeira fez uma provocação interessante: enquanto importaremos queijos franceses, agora poderemos também exportar queijos mineiros. Ele citou ainda a região da Serra da Canastra, famosa por seus queijos especiais, que podem encontrar novos consumidores no Velho Continente.
O ministro ressaltou o papel dos investimentos do governo federal na agricultura familiar, por meio do Plano Safra, que têm contribuído para o aumento das vendas de máquinas agrícolas de pequeno porte. Essa melhoria econômica permite aos agricultores reinvestirem em suas propriedades, priorizando a alimentação de qualidade.
Teixeira também compartilhou que novas políticas públicas serão anunciadas em breve, visando promover a transferência de conhecimento da Embrapa para jovens agricultores, incentivando-os a continuar no campo. Em outro ponto, ele adiantou um pacote de desapropriações de terras que será apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um evento com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), com o objetivo de promover a paz no campo e fortalecer a reforma agrária.
Essas iniciativas visam consolidar um futuro promissor para a agricultura familiar, almejando não apenas a melhoria das condições de vida no campo, mas também um realinhamento da economia rural brasileira no contexto global.
