Lula ressaltou a importância de garantir direitos e recursos para essas comunidades a fim de assegurar a conservação da biodiversidade da região. Em suas palavras, o presidente enfatizou a urgência de uma ação efetiva no combate às mudanças climáticas, criticando a falta de cumprimento de acordos internacionais por diversas nações.
Referindo-se à saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris e seu histórico de descumprimento do Acordo de Kyoto, Lula questionou a seriedade dos compromissos firmados pelos países ricos com nações em desenvolvimento. Ele mencionou a promessa de US$ 100 bilhões anuais de auxílio que ainda não foi cumprida, além da nova estimativa de necessidade de US$ 1,3 trilhão para lidar com os impactos das mudanças climáticas.
O líder brasileiro ainda fez menção à importância da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que está prevista para acontecer em Belém no mês de novembro, como um marco para orientar as próximas ações neste contexto. Lula destacou a urgência em discutir a transição energética, a sobrevivência do planeta e a necessidade de promover debates sérios sobre a questão climática.
Ao abordar as contribuições dos países ricos para a preservação das florestas em outras nações, Lula ressaltou a importância de garantir que os recursos previstos nos acordos sejam efetivamente direcionados às comunidades locais. Ele enfatizou que é essencial assegurar que as populações indígenas e rurais tenham acesso a recursos materiais e benefícios, reforçando a importância da equidade e da justiça social nesse cenário desafiador.
