“As Forças Armadas devem estar bem preparadas, mantendo uma postura de paz, mas prontas para proteger nossa nação de qualquer interferência externa”, afirmou o presidente. Ele mencionou a extensa dimensão territorial do Brasil e sua posição estratégica na América do Sul, onde compartilha fronteiras com quase todos os países do continente, ressaltando a importância de uma defesa robusta em um cenário geopolítico complexo.
A Avibras, localizada em Jacareí, São Paulo, reabriu suas portas em março deste ano após um longo período de dificuldades financeiras que envolveu uma greve de mais de três anos e uma recuperação judicial devido a dívidas que ultrapassavam R$ 600 milhões. O impacto do fechamento foi significativo, resultando em demissões que foram posteriormente suspensas pela justiça, após uma mobilização do Sindicato dos Metalúrgicos da região.
Com mais de cinco décadas de experiência, a Avibras não só desenvolve mísseis e veículos especiais, mas também tecnologias inovadoras para a indústria civil, buscando sempre elevar o patamar de defesa do Brasil. A reestruturação da empresa foi acompanhada pela homologação da transferência de 99% de suas ações para um fundo de investimento credor, sinalizando uma nova fase sob nova gestão.
A situação da Avibras e a defesa nacional são reflexos de um compromisso mais amplo do governo atual com a soberania do Brasil. A proposta é garantir que o país mantenha sua autonomia e capacidade de reagir a possíveis ameaças, integrando tecnologia de ponta e uma força militar capacitada. Com esse enfoque, Lula espera que o Brasil possa posicionar-se firmemente no cenário internacional, alinhando segurança e desenvolvimento sustentável.
