O estudo aponta que, embora a tecnologia continue a ser vista como uma poderosa alavanca estratégica capaz de gerar inovações e melhorar a eficiência operacional das empresas, ela também traz consigo uma gama crescente de riscos operacionais, legais e reputacionais. Muitas organizações ainda lutam para estabelecer uma governança sólida em relação à IA, o que torna a adaptação aos novos regulamentos e a capacitação das equipes um desafio.
O CEO da Allianz Commercial, Thomas Lillelund, comentou sobre a importância crescente da inteligência artificial na sociedade e na indústria. Ele afirmou que, embora a IA ofereça oportunidades inestimáveis, seu rápido desenvolvimento e adoção estão remodelando o panorama dos riscos. Esse cenário exige uma atenção redobrada das empresas, que agora precisam reconsiderar suas estratégias de mitigação de riscos.
Além da inteligência artificial, o estudo destaca outras preocupações emergentes entre os empresários. Incidentes cibernéticos ocupam a segunda posição no ranking, com 31% das citações, logo seguidos por mudanças na legislação e regulamentação (28%). As mudanças climáticas também aparecem como uma preocupação significativa, com 27%, enquanto as catástrofes naturais foram citadas por 21% dos entrevistados.
Esses dados revelam um panorama desafiador para as empresas brasileiras, que devem navegar em um ambiente cada vez mais complexo e interconectado. A necessidade de uma abordagem proativa em relação à gestão de riscos nunca foi tão evidente, especialmente em um contexto onde a tecnologia avança em um ritmo acelerado. As organizações que não se prepararem adequadamente podem enfrentar consequências sérias, tanto em termos financeiros quanto em reputação. Assim, as empresas devem investir em formação, inovação e governança para estar à frente dessas tendências e desafios emergentes.






