Conforme declarado pelo Banco Central, as dificuldades foram causadas por um problema interno no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), que é a base de dados central responsável por armazenar as informações das chaves Pix. A equipe técnica do Banco Central trabalhou rapidamente para identificar a origem da falha e, felizmente, a situação foi normalizada em pouco tempo.
De acordo com dados do site especializado em monitoramento de interrupções de serviços digitais, a DownDetector, cerca de 6 mil reclamações foram registradas por volta das 14h40. Essa quantidade considerável de queixas sugere que a falha não foi restrita a uma única instituição financeira, mas afetou diversos bancos simultaneamente. À medida que a tarde avançava, as queixas começaram a diminuição, indicando que os serviços estavam sendo restabelecidos.
Entre os bancos que enfrentaram dificuldades, estavam instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Nubank, Inter e C6 Bank. A concentração de reclamações dessas várias instituições reforça a avaliação de que a falha estava ligada ao sistema central.
O impacto da instabilidade foi sentido não apenas em transferências pessoais, mas também no comércio. Muitos comerciantes relataram dificuldades em receber pagamentos e até mesmo complicações nas recargas de equipamentos eletrônicos que utilizam o Pix. Como o Pix se tornou o principal método de pagamento eletrônico do país, qualquer problema nesse sistema gera consequências imediatas nas operações comerciais.
Ao final do dia, o volume de reclamações havia diminuído significativamente, indicando que a situação foi completamente normalizada após a atuação do Banco Central, permitindo que o sistema voltasse a operar como esperado.






