Costa Filho explicou que os recursos para esse financiamento serão provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e que um fundo garantidor será criado para garantir os empréstimos concedidos às empresas aéreas. Ele ressaltou que a análise do projeto está sendo feita em conjunto com o Ministério da Fazenda e a Casa Civil, visando garantir a viabilidade e transparência do processo.
“Estamos trabalhando com a estimativa de repassar entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões para as companhias aéreas. Essa é a demanda apresentada por elas, e acreditam que esses valores serão suficientes inicialmente. Pretendemos finalizar o montante ao longo do mês de março”, afirmou o ministro.
Com os recursos disponibilizados, as empresas poderão quitar dívidas pendentes, investir em melhorias e adquirir novas aeronaves, o que beneficiará diretamente o consumidor. Costa Filho destacou que a Latam, Gol e Azul já sinalizaram a intenção de adquirir novas aeronaves, o que resultará em um aumento da frota e de voos operando no Brasil, expandindo o alcance de destinos.
Durante a coletiva, o ministro também mencionou a primeira etapa do Programa Voa Brasil, que promete disponibilizar 5 milhões de passagens aéreas a partir de março. Ele ressaltou que esse programa não utilizará recursos públicos, sendo uma iniciativa em parceria com as companhias aéreas para atender aposentados e alunos do Prouni.
Silvio Costa Filho participou do evento sobre investimentos em aeroportos realizado na Bolsa de Valores de São Paulo, onde reforçou o compromisso do governo em fortalecer o setor aéreo e promover a expansão da aviação civil no país.





