Durante toda a sessão, o dólar operou em leve alta, ultrapassando os R$ 6,21 em vários momentos, mas desacelerando na hora final de negociação. Apenas nesta semana, a moeda subiu 2%, refletindo a incerteza e a volatilidade do mercado. O Banco Central realizou apenas uma intervenção ao longo da semana, vendendo US$ 3 bilhões das reservas internacionais.
Já a bolsa de valores teve um dia mais tenso, com o índice Ibovespa fechando o dia aos 120.269 pontos, com uma queda de 0,67%. Com um recuo acumulado de 1,5% na semana, o indicador atingiu o menor nível desde junho. Os investidores demonstraram preocupação com a situação das emendas parlamentares, que ainda estão em indefinição.
No cenário internacional, o dólar não apresentou uma tendência clara em relação às principais moedas, oscilando entre altas e quedas. No Brasil, a incerteza em relação às emendas parlamentares impactou o mercado, com os investidores aguardando definições sobre a execução desses gastos.
Diante desse contexto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, deu prazo para a Câmara dos Deputados esclarecer questionamentos sobre o pagamento de emendas parlamentares. A indefinição sobre o futuro desses gastos gerou preocupações entre os investidores e contribuiu para a instabilidade no mercado financeiro.
