No mesmo dia, o mercado de ações registrou um desânimo similar. O índice Ibovespa, da B3, fechou em 186.016 pontos, apresentando um recuo de 0,24%. Este movimento negativo na bolsa representou o terceiro dia consecutivo de baixa, impulsionado principalmente pela queda nas cotações do minério de ferro, o que impactou de forma direta o desempenho das ações de mineradoras.
Vale ressaltar que, na ausência de notícias econômicas de maior relevância no Brasil, os investidores mantiveram o olhar voltado para o cenário internacional. A situação se agravou após declarações do presidente dos EUA, que voltou a ameaçar ações contra o Irã, sentenciando que existem “vários argumentos” para um ataque ao país. Essas declarações aumentaram a ansiedade nos mercados globais.
Adicionalmente, a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, intensificou a pressão sobre a moeda americana. O documento revelou que o mercado de trabalho nos Estados Unidos estava mais robusto do que o esperado, o que diminui as chances de novos cortes nas taxas de juros em um futuro próximo. Essa realidade reforça a percepção de que a economia dos EUA permanece em uma trajetória de recuperação, influenciando diretamente o desempenho das moedas em todo o mundo.
Em resumo, o dia de negociações foi pautado por um equilíbrio delicado entre reações locais e internacionais, revelando como as dinâmicas políticas e econômicas podem moldar rapidamente o cenário financeiro.







