Moretti ressaltou que a utilização dessas receitas foi fundamental para implementar políticas públicas que aliviaram a pressão econômica sobre a população brasileira. De acordo com suas declarações, o país se destacou negativamente entre nações com economias similares, ao ser um dos menos afetados pela recente crise. “Usamos essa receita extraordinária para custear uma série de ações que diminuíram o impacto da guerra para nossa população”, afirmou o ministro. Ele destacou a importância de não impor custos adicionais à população por conflitos que não lhe dizem respeito, reforçando que “não seria justo que ela pagasse por isso”.
O ministro classificou a estratégia adotada pelo governo como um verdadeiro “sucesso”, com o objetivo de redistribuir os lucros obtidos com o aumento nos preços do petróleo. Moretti argumentou que o Brasil é um exportador líquido de petróleo e, portanto, a elevação na cotação do produto traz implicações diretas para as receitas do Estado. Essa lógica, segundo ele, não deveria resultar em um enriquecimento das finanças públicas à custa do empobrecimento da população.
Ele também observou que, em comparação com outros países, o Brasil experimentou reajustes percentuais que foram “muito mais baixos” que a média global. Após um aumento inicial nos preços dos combustíveis, os números começaram a mostrar uma tendência de queda, atribuída tanto às intervenções do governo quanto às condições do mercado. “Os dados mostram que houve uma redução considerável nos preços após o aumento inicial”, concluiu Moretti, que ressaltou o trabalho do governo para proteger a economia nacional em tempos difíceis.





