Fechando o pregão desta quarta-feira, o índice Ibovespa, principal indicador da B3, registrou 184.691 pontos, com uma valorização de 1,52%. Nas últimas duas semanas, a bolsa brasileira acumulou uma impressionante alta de 11,83% e, dos últimos 11 dias úteis, o Ibovespa alcançou recordes em oito ocasiões, revelando um clima de confiança por parte dos investidores.
No mercado de câmbio, o dia foi marcado por ajustes. Após duas sessões em queda, o dólar comercial fechou cotado a R$ 5,206, mantendo-se no mesmo patamar de ontem. Durante o dia, as flutuações da moeda foram notáveis, chegando a registrar preços a partir de R$ 5,17 nas primeiras horas, antes de atingir R$ 5,22 por volta das 16h, encerrando a jornada com leve recuo. Atualmente, o dólar está em seu menor valor desde 28 de maio de 2025, quando foi cotado a R$ 5,15, e acumula uma queda de 5,16% desde o início de 2026.
O movimento positivo no mercado foi impulsionado pela estabilidade nas taxas de juros. O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, decidiu manter suas taxas entre 3,5% e 3,75% ao ano, enquanto o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro optou por manter a taxa Selic em 15% ao ano. Contudo, a expectativa de redução em março deu um ar de otimismo, pois a diferença entre as taxas de juros dos dois países é um fator que favorece a entrada de investimentos no Brasil. Essa atratividade contribui substancialmente para a manutenção da cotação do dólar em níveis baixos.
Com um panorama de melhorias e expectativas animadoras, os investidores se mantêm atentos às movimentações globais e locais, vislumbrando novas oportunidades de crescimento em um ambiente financeiro que parece favorável à continuidade do otimismo nas próximas semanas.






