O processo de reestruturação envolveu acordos estratégicos com os principais credores da empresa, incluindo detentores de títulos de dívida e seu maior arrendador de aeronaves, a AerCap. Além disso, a Azul firmou parcerias com gigantes do setor, como as companhias United Airlines e American Airlines. Como resultado, a aérea conseguiu reduzir sua dívida em empréstimos e financiamentos em aproximadamente US$ 1,1 bilhão, além de uma drástica diminuição nos arrendamentos de aeronaves, que caiu em quase 40%. Os novos termos financeiros também promovem uma redução significativa nos pagamentos anuais de juros, que diminuíram mais de 50% em comparação aos níveis anteriores.
Com essa reestruturação, o novo capital social da Azul foi ajustado para R$ 21.756.852.177,39, agora dividido em mais de 54 bilhões de ações ordinárias, que são nominativas e sem valor nominal. Este robustecimento do capital é um forte sinal de que a empresa se prepara para um futuro mais estável e com potencial de crescimento sustentável.
A conclusão desse processo é vista como um marco para a Azul, que espera que essa nova fase permita não apenas a recuperação de sua saúde financeira, mas também a expansão de suas operações no competitivo mercado aéreo. A reestruturação oferece à empresa uma nova perspectiva, evidenciando um compromisso com a eficiência e a busca por um modelo de negócios mais sustentável a longo prazo. Em resumo, a Azul se posiciona agora com condições mais favoráveis para enfrentar os desafios do setor e buscar novas oportunidades de crescimento.
