O dólar comercial encerrou o dia sendo vendido a R$ 5,785, com uma queda de R$ 0,008 (-0,13%). O comportamento da moeda norte-americana foi de certa instabilidade, iniciando a jornada em alta, alcançando R$ 5,82 por volta das 9h15, mas posteriormente revertendo a tendência e registrando uma queda, chegando a R$ 5,76 no ponto mais baixo do dia, por volta das 10h30.
Apesar de apresentar uma leve alta no final da manhã, o dólar seguiu em tendência de queda durante a tarde. Com esse desempenho, a moeda acumula uma queda de 6,36% em 2025. Por sua vez, o mercado de ações teve um dia de recuperação, com o índice Ibovespa, da B3, fechando aos 125.572 pontos, registrando um aumento de 0,76%. Esse movimento foi favorecido pelo avanço do petróleo e do minério de ferro no exterior, favorecendo ações de empresas do setor de petróleo e mineração, que possuem maior peso na bolsa brasileira.
É importante ressaltar que, em contrapartida a outros países, o Brasil conseguiu se destacar no cenário internacional, com o dólar encerrando em queda. A pressão exercida por exportadores que venderam dólares após a cotação superar os R$ 5,80 contribuiu para sustentar a moeda norte-americana no mercado brasileiro.
Em resumo, o anúncio de tarifas adicionais pelo presidente Trump não causou grandes abalos nos mercados financeiros, que conseguiram manter uma certa estabilidade diante da notícia. A expectativa agora é acompanhar de perto os desdobramentos dessas medidas e seus impactos na economia global.
*Com informações da Reuters.





