O primeiro-ministro alemão, Olaf Scholz, destacou a importância de superar obstáculos para promover crescimento e competitividade na região. Já o presidente espanhol, Pedro Sanchez, classificou o acordo como histórico e prometeu trabalhar para sua aprovação. Enquanto isso, a França, pressionada por seus agricultores, manifestou-se contrária ao acordo.
A ministra de Comércio Exterior francesa, Sophie Primas, ressaltou a necessidade da chancela do Conselho Europeu e do Parlamento Europeu para a efetivação do acordo. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, também expressou contrariedade em relação ao acordo, demonstrando oposição nas redes sociais.
A opinião da Itália sobre o acordo também é incerta, com preocupações em relação aos agricultores do país. O processo de ratificação ainda precisa ser concluído pelos países do Mercosul, além da aprovação do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comemorou o desfecho das negociações como uma vitória para a Europa. O acordo foi elogiado pelo presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo governo sueco, que enxergam oportunidades econômicas e comerciais com os países do Mercosul.
A celebração do acordo foi marcada por posições divergentes entre os países europeus, refletindo a complexidade do processo de integração econômica entre os blocos. A decisão final ainda aguarda a ratificação de diversos órgãos e a superação de possíveis obstáculos políticos no continente europeu.





