O Setor Primário é composto por atividades ligadas à agropecuária, conforme observado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este setor abrange não apenas a agricultura, mas também a criação e o abate de gado e a pesca, atividades que geram emprego e renda para centenas de milhares de famílias. A relevância desse setor é indiscutível, uma vez que fornece os recursos básicos necessários para a subsistência e desenvolvimento econômico.
Por sua vez, o Setor Secundário agrega todas as indústrias de transformação. Inclui a indústria extrativa mineral, que é responsável pela extração de minerais metálicos e não metálicos, além das indústrias que fabricam maquinários essenciais para a modernização do agronegócio, como tratores e colhedeiras. A expansão desse setor é um dos fatores que contribuem para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nas nações desenvolvidas, refletindo sua importância no motor econômico.
O Setor Terciário, por sua vez, representa o pilar dos serviços. Este setor engloba desde o comércio atacadista e varejista até instituições financeiras como bancos e financeiras que oferecem serviços variados à população. Nesse contexto, a presença de economistas é vital para a formulação de projetos que promovam o bem-estar social e a melhoria da qualidade de vida nas comunidades.
A experiência acumulada ao longo de anos, trabalhando ao lado de figuras proeminentes da política, possibilitou a participação em projetos que impactaram cidades e comunidades em Alagoas. A vivência acadêmica também complementou essa trajetória; lecionar por mais de duas décadas em instituições de ensino superior, como o CESMAC, permitiu a disseminação do conhecimento econômico para novas gerações de profissionais.
A Economia, em sua essência, estuda a gestão da escassez e a alocação de recursos. Sua relevância se intensifica no contexto atual, em que as interações globais e as variáveis que afetam a demanda tornam-se cada vez mais complexas. O trabalho no Conselho Regional de Economia de Alagoas (Corecon-AL) ressalta a importância dos economistas na elaboração de estratégias que visam o desenvolvimento socioeconômico do estado, aproveitando o potencial das riquezas naturais e humanas disponíveis.





