O eclipse anular será visível em uma estreita faixa que passa pelo Oceano Pacífico, Oceano Atlântico e no extremo sul da América do Sul, incluindo países como Chile e Argentina. De acordo com a astrônoma do Observatório Nacional (ON), Josina Nascimento, quanto mais ao sul estiver o observador, maior será a área eclipsada. Esse tipo de eclipse ocorre quando a Lua está em seu apogeu, o ponto mais distante de sua órbita da Terra, o que faz com que pareça menor do que o Sol no céu.
É importante ressaltar que não é seguro observar um eclipse solar diretamente, sem a proteção adequada. Óculos escuros, chapas de raio-X e outros filtros caseiros não são suficientes para proteger os olhos contra danos sérios. É essencial utilizar filtros certificados, como os óculos especiais para observação solar ou vidros de soldador 14. No Rio de Janeiro, por exemplo, o eclipse parcial começará às 17h01, atingirá seu máximo às 17h42 e o Sol se porá às 17h52.
Para aqueles que não puderem observar o fenômeno ao vivo, o Observatório Nacional fará uma transmissão ao vivo do eclipse anular no YouTube, em parceria com astrônomos do Projeto “Céu em sua Casa: observação remota” e com o “Time And Date”, organização internacional especializada em serviços relacionados ao tempo, clima, fenômenos astronômicos e fusos horários. Os eclipses solar e lunar são eventos fascinantes que despertam a curiosidade e o encanto de pessoas de todas as idades, e a oportunidade de testemunhá-los é sempre especial.





