Donald Trump ameaça instalar “inferno” no Oriente Médio se reféns em Gaza não forem libertados até sua posse.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações bombásticas durante uma coletiva de imprensa realizada em Mar-a-Lago, na Flórida, nesta terça-feira (7/1). Em relação aos reféns mantidos em Gaza pelo Hamas, Trump afirmou que, caso não sejam libertados até sua posse em 20 de janeiro, “o inferno vai se instalar no Oriente Médio”. O presidente eleito destacou que a situação não será boa para ninguém, incluindo o próprio grupo terrorista, e ressaltou a gravidade do cenário que poderá se desenrolar caso as demandas não sejam atendidas.

Além disso, Trump nomeou Steve Witkoff, um investidor imobiliário, como enviado especial para o Oriente Médio durante seu governo. Witkoff afirmou que as negociações para libertar os reféns estão avançando e expressou otimismo quanto a possíveis anúncios positivos na posse presidencial. O presidente eleito também chamou a atenção ao sugerir que o Golfo do México deveria ser renomeado para “Golfo da América”, destacando a importância da região para os Estados Unidos.

Outro ponto abordado por Trump durante a coletiva foi o Canal do Panamá, pelo qual ele demonstrou interesse em ter controle. O presidente eleito não descartou o uso de medidas militares ou econômicas para alcançar esse objetivo, destacando a importância estratégica do canal para os interesses do país. Trump enfatizou que a operação do canal pela China representa um problema de segurança econômica para os Estados Unidos, reiterando sua preocupação com a soberania e controle de áreas estratégicas.

Com declarações contundentes e polêmicas, Donald Trump mantém a atenção da imprensa e da comunidade internacional, gerando debates e especulações sobre suas próximas ações e políticas durante seu mandato como presidente dos Estados Unidos. A postura assertiva e as propostas apresentadas pelo presidente eleito sinalizam uma abordagem pragmática e muitas vezes controversa em relação a questões geopolíticas e estratégicas de interesse nacional.

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