Embora tenha visto um crescimento na última sessão do mês, o dólar acumulou uma queda de 4,4% em janeiro, considerado o melhor resultado mensal desde junho do ano passado. Durante a semana, a moeda norte-americana caiu 0,73%, o que indica uma variação de preço significativa em um período relativamente curto.
Enquanto isso, o mercado de ações não seguiu a mesma tendência otimista. O índice Ibovespa, principal referência da B3, apresentou um fechamento aos 181.364 pontos, registrando uma queda de 0,97%. Apesar de um início de tarde que sugeria uma possível alta, a bolsa reverteu esse padrão diante de fatores internos e externos que impactaram negativamente as negociações.
Ao final de janeiro, mesmo com a baixa registrada na última sessão, a bolsa brasileira acumulou uma valorização de 12,56%. Esse desempenho representa o melhor janeiro desde novembro de 2020, uma época que marcou a recuperação econômica pós-pandemia da covid-19.
A influência de elementos externos foi predominante nas operações do mercado. A indicação de Warsh ao Fed despertou uma alta no dólar em diversos mercados globais, revertendo parcialmente as perdas recentes da moeda americana. Warsh é conhecido por seu viés conservador em política monetária, o que tem gerado um interesse cauteloso entre investidores.
Além dos fatores internacionais, a bolsa também foi afetada pelo movimento de realização de lucros, onde os investidores decidiram vender ações, a fim de assegurar ganhos obtidos com a recente valorização dos papéis. Esse movimento de venda é uma prática comum em períodos de flutuação, refletindo a dinâmica nervosa do mercado financeiro.
