Desde a aplicação do novo modelo, conhecido como “Diamante Invertido”, em 11 de abril, motoristas e usuários de transporte público relataram um aumento significativo na congestão do tráfego. A análise técnica, conduzida com o apoio de consultores especializados, evidenciou que as alterações não apenas dificultaram a fluidez do trânsito, mas também causaram atrasos consideráveis nas viagens de ônibus, comprometendo a eficácia do transporte coletivo.
A decisão de reverter as mudanças foi guiada pela preocupação com a mobilidade urbana e a necessidade de garantir que os serviços de transporte público não fossem prejudicados. De acordo com o DMTT, a conclusão dessa reversão depende das condições climáticas, uma vez que a nova sinalização no asfalto exige um tempo firme para a execução adequada.
As intervenções recentes geraram descontentamento não apenas entre os motoristas, mas também entre os passageiros que dependem do transporte público para suas atividades diárias. Fatores como a alta demanda por mobilidade na área e o estreitamento das avenidas foram levados em consideração durante a análise.
O órgão municipal enfatiza que se manterá atento ao fluxo do trânsito e buscará alternativas que possam melhorar a circulação. As decisões sobre modificações futuras visam prioritariamente a segurança e eficiência na deslocação de todos os usuários das vias urbanas.
Essa situação reflete a complexidade do planejamento urbano e a necessidade de um equilíbrio entre melhorias na infraestrutura e a experiência dos cidadãos que utilizam essas vias. O DMTT reafirma seu compromisso em avaliar cuidadosamente surtos de congestionamento e atender às necessidades da população, com foco na eficácia do transporte público e na fluidez do trânsito.
