A vítima, que optou por não se identificar, alega no processo que manteve um relacionamento íntimo com Diplo ao longo de sete anos, durante o qual ele teria gravado vídeos dos dois fazendo sexo e posteriormente compartilhado essas imagens com terceiros sem o seu consentimento. Embora em determinados momentos a mulher tenha concordado que o artista a filmasse durante suas relações, ela deixou claro que não desejava que tais vídeos fossem divulgados.
De acordo com o documento judicial, em novembro de 2023, a vítima foi contatada por alguém afirmando possuir imagens dela com Diplo, alegando que o material havia sido enviado pelo DJ por meio do aplicativo de mídia social Snapchat em 2018. Diante dessa situação, a mulher denunciou a distribuição não autorizada desses conteúdos à polícia de Brooklyn, onde reside.
O Departamento de Polícia de Nova York emitiu um comunicado confirmando que detetives estão investigando a denúncia contra Thomas Pentz, conhecido artisticamente como Diplo. Por sua vez, o advogado do artista, Bryan Freedman, manifestou-se por meio de um comunicado ao jornal “New York Times”, refutando as acusações e destacando que Diplo já foi alvo de processos anteriormente considerados infundados.
O processo movido contra Diplo cita leis federais e estaduais que proíbem a divulgação de imagens íntimas de uma pessoa sem o seu consentimento, além de envolver o crime de pornografia de vingança. Vale ressaltar que o artista também está envolvido em uma disputa legal com outra mulher, Shelly Auguste, que o acusa de agressão sexual e de postar uma imagem sexualmente explícita dela em redes sociais. Diplo nega veementemente as acusações e alega que Auguste busca obter dinheiro de forma fraudulenta.
Diante dessas acusações e do desenrolar deste caso complexo, o futuro do renomado DJ e produtor de música eletrônica permanece incerto, enquanto as investigações seguem em andamento nos Estados Unidos.
