Valdemar destacou a importância de Flávio Bolsonaro “entrar para valer” na resolução dessas disputas, enfatizando a necessidade de acalmar os ânimos da direita, que se encontra fragmentada em um momento crucial. Ele alertou que a continuidade das brigas internas pode resultar em consequências sérias, inclusive a possibilidade de um prolongamento da prisão de Jair, amplamente conhecido pelo seu histórico político. Valdemar sublinhou: “Quem briga perde, e se nós perdermos, o Bolsonaro fica mais 10 anos preso.”
As tensões começaram a ganhar força no início do mês, quando Eduardo Bolsonaro insinuou que Nikolas Ferreira estaria promovendo um perfil de direita que não apoia a candidatura de Flávio. As provocações se intensificaram, com Jair Renan, vereador e irmão de Flávio, acusando Nikolas de falta de comprometimento com a campanha. Em resposta, o deputado fez uma comparação depreciativa sobre a capacidade intelectual de Jair, intensificando a rixa.
No mesmo contexto, Carlos Bolsonaro se manifestou nas redes sociais, questionando quem dentro do partido estaria ausente no apoio à candidatura de Flávio. Nikolas contra-atacou, defendendo que ações concretas para conquistar votos são mais eficazes do que meras postagens online.
Diante desse cenário conturbado, Flávio Bolsonaro tentou mediar as tensões, lamentando os conflitos entre líderes da direita e fazendo um apelo à unidade: “Vamos focar em um só objetivo. Bora olhar para a frente”, escreveu em suas redes. Apesar desse esforço, as divisões persistiram, e Carlos Bolsonaro continuou suas críticas, enfatizando a necessidade de um compromisso verdadeiro entre os membros do partido, concluindo que “o Brasil merece muito mais do que isso”.







