Os números foram divulgados pela própria Petrobras e mostram que o prazo médio da dívida líquida caiu para 11,4 anos no final de setembro, sendo que no final de junho estava em 12,1 anos. Além disso, o custo médio dessa dívida foi de 6,5% ao ano, contra 6,6% ao ano três meses atrás.
O relatório divulgado pela Petrobras também revelou que a relação entre endividamento líquido e o Ebitda ajustado ficou em 1,15x em 30 de setembro, em comparação a 1,02x ao fim de junho.
O fluxo de caixa operacional (FCO) da Petrobras atingiu US$ 11,6 bilhões (R$ 56,52 bilhões) no terceiro trimestre, sendo o quarto maior FCO da história da companhia. No entanto, este valor representa uma queda de 10,6% em comparação ao mesmo período de 2022, mas um aumento de 18,4% em relação ao segundo trimestre deste ano.
O fluxo de caixa livre da empresa totalizou R$ 40,9 bilhões entre julho e setembro, registrando uma queda de 22,7% em relação ao ano anterior, mas um aumento de 23% em comparação ao trimestre imediatamente anterior.
Esses números refletem a situação financeira da Petrobras e mostram que, apesar de alguns aspectos apresentarem queda em relação aos anos anteriores, houve um aumento em relação ao trimestre anterior, o que pode indicar uma recuperação financeira da empresa.
Esses dados são importantes para investidores e analistas do mercado financeiro, pois fornecem informações essenciais para avaliar a saúde financeira e a capacidade de pagamento da Petrobras.
