Além dos dois grandes partidos, o levantamento também revelou que 23,7% dos eleitores ainda não têm uma preferência partidária definida, o que representa o maior índice individual observado na pesquisa. Esse dado pode indicar uma certa insegurança ou indiferença por parte de uma parcela significativa da população em relação às opções disponíveis.
O terceiro lugar no ranking é ocupado pelo PSOL, um partido que tem ganhado visibilidade nos últimos anos. Na sequência, o farol do Movimento Brasil Livre (MBL), com sua nova candidatura oficializada em 2025, também figura entre os principais partidos, seguido pela legenda Novo. A sondagem foi realizada com 4.224 entrevistados, utilizando a internet como meio de coleta, entre os dias 16 e 23 de março. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
A proximidade numérica entre PL e PT não apenas destaca a polarização, mas também sugere que a disputa presidencial poderá envolver uma luta direta entre Flávio Bolsonaro e Lula. A correlação observada entre a fidelidade partidária e a intenção de voto reforça que aqueles que se identificam com uma legenda tendem a direcionar seus votos para os candidatos que ela apoiar. Dados como esses são cruciais para entender o panorama atual da política brasileira e as inclinações eleitorais que podem emergir nos meses que antecedem as eleições.
